Elizabete, portuguesa, vive um milagre no Brasil
Niterói, RJ... [ASN] No sábado, 9 de fevereiro, Elizabete Montrondo, 40, portuguesa e adventista, contou seu testemunho de cura para a igreja central de Niterói, RJ. Ela sofreu um acidente com traumatismo craniano, fraturas no joelho esquerdo, bacia e nas 2 vértebras lombares. Ficou 8 meses internada e 2 anos em cadeira de rodas. Foi assim, que Bete chegou ao Brasil.
Ao concluir o sermão de Lucas 15, o pastor Osias Melo, distrital de Niterói, apresentou Bete à igreja, totalmente curada e sem seqüelas. Ela estava acompanhada do casal que testemunhou o processo de cura, Katlem Streithorst da Silva, enfermeira intensivista e Paulo Reis, fisioterapeuta. Eles são membros da central de Niterói, onde atuam como professores da Escola Sabatina Jovem.
A história é contada pelo casal Katlem e Paulo. O quadro não podia ser mais complicado. Mesmo assim, Elizabete ainda teve um acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico, no dia 14 de outubro de 2007. A partir desta data, ela ficou acamada, hemiplégica e hemiparestésica à esquerda, ou seja, sem nenhum movimento nem sensibilidade em todo seu lado esquerdo.
Bete era membro da Igreja Adventista da Reboleira, no conselho da Amadora, distrito de Lisboa, em Portugal. Ela era líder em sua igreja e manifestava grande fé em Deus. Em nenhum momento se deixou abater ou desanimar, pois sabia que Deus estava cuidando dela.
Foi quando teve um sonho em que via que estava se tratando em um lugar com terapias não convencionais e fora do seu país. Ao acordar entendeu que a mensagem vinha de Deus. Foi com a direção de Deus em vários episódios que no dia 29 de novembro de 2007 ela conseguiu chegar ao Recanto de Vida Saudável, localizado em Paty do Alferes – RJ - um centro de vida saudável e terapias naturais.
“Quando a conhecemos, no dia 8 de dezembro de 2007”, conta o casal, “Bete estava sem movimento e nenhuma sensibilidade do lado esquerdo. Os exames neurológicos confirmaram o caso”.
Após diversas terapias naturais, exercícios motores, esforço e força de vontade, Bete teve um progresso admirável. No dia 4 de fevereiro já podia ficar em pé com auxílio e conseguia dar pequenos passos, amparada por profissionais, mas, ainda com desequilíbrio.
Nos dias 29, 30 e 31 de janeiro, novamente Deus se comunicou com ela, dando-lhe o mesmo sonho: Bete estava sendo ungida por um pastor e durante a cerimônia ela podia ver três homens. Dois deles, Bete percebia bem o rosto, porém, o terceiro tinha o rosto coberto por uma nuvem ou véu. Orou a Deus pedindo esclarecimento sobre o sonho e pediu para ver este homem. No dia 3 de fevereiro sonhou novamente, quando conseguiu ver por completo este homem.
O interessante foi que nesta ocasião chegaram à instituição onde Bete estava se tratando, líderes missionários, Fernando Ferreira e pastor Atwood, vice-presidente e presidente do Wildwood – Lifestyle Center & Hospital nos Estados Unidos. Ao vê-los Elisabete os reconheceu imediatamente como sendo do seu sonho. O terceiro homem do sonho ela identificou como sendo o doutor Johan, ex-diretor de saúde da União Euro-Africana.
Durante as duas semanas anteriores ao milagre, Bete sentira que as dores de angina se intensificavam. Apresentava também, dificuldade respiratória e mal conseguia colocar-se em pé. Sua pressão arterial era 18 por 10, o que a obrigava ficar na cama.
Em Portugal, seu filhinho sonhou que ela havia morrido, mas, compreendeu depois, que a morte não seria literal. O que morreria seria a velha “Beth” para ressurgir uma “Beth” restaurada física e espiritualmente.
Bete pediu para ser ungida, em cerimônia realizada na tarde do dia 4 de fevereiro. Durante a oração feita pelo pastor Atwood, ela sentiu um leve choque que lhe percorreu todo o corpo. Após a cerimônia Bete sentiu paz, conforto e confiança em Deus. Quando acordou uma voz lhe que dizia: “Dobre a perna!” Surpresa, ela o fez sem esforço algum e repetiu o gesto. E, depois disto, ajoelhou-se para orar agradecendo a Deus.
Foi nesta posição de gratidão e aos prantos que sua acompanhante a encontrou. Katlem e Paulo afirmam que hemiplégicos podem com o tempo, chegar a andar, porém, ajoelhar-se sozinho e levantar é quase impossível. Ainda mais Beth que nem andava de fato.
Ao concluir a oração ela sentou-se, sem ajuda da acompanhante. E feliz, exultou: “Eu posso andar!” Deu o primeiro passo devagar, o segundo passo, abriu a porta do quarto, saiu pelo corredor andando sozinha, dispensando auxílio e sem mancar. Chorando Bete chamava os pacientes dos quartos vizinhos para contar o milagre.
No mesmo dia caminhou, subiu morro, lavou roupa e na cozinha da clínica ajudou a preparar os alimentos. Na quarta-feira, foi ao culto de oração, na igreja do Barro Branco, retornando para clínica a pé, trajeto de 2 km de estrada de terra e lama. Elizabete ao contar o milagre no sábado, 8 de fevereiro, em Niterói, RJ, disse: “Louvo a Deus. É hora de compartilhar esperança. Devemos nos preparar para a breve volta de Jesus”. Ela retorna para Portugal daqui a 10 dias e pretende dar testemunho da cura miraculosa. [Equipe ASN - Redação]